quarta-feira, 2 de maio de 2012

Veja, Folha e Globo contra você


O assunto é sério. Gravíssimo. E é hora de todo cidadão honesto ficar alerta. Os barões da mídia se uniram para que uma CPI não passe a limpo as relações criminosas do bicheiro Cachoeira e parte da chamada grande imprensa brasileira, principalmente a revista Veja.
 O País não pode perder essa oportunidade de desmascarar aqueles que toda semana tentam mostrar nas bancas que são os reis da honestidade. Falam de ética, mas agem como traficantes da informação. Investigações da Polícia Federal já revelaram que Veja, revista da família Civita, agiu como porta-voz do bicheiro, preso desde o final de fevereiro, e manteve com ele uma clara troca de favores.
A relação fere, no mínimo, qualquer princípio do bom jornalismo. Evidências mostram que Veja se submeteu aos interesses do crime organizado, jogou a favor de um determinado grupo político por interesses desconhecidos e usou informações obtidas de forma ilegal para atacar seus inimigos.
O diretor de jornalismo da Veja em Brasília virou confidente, amigo íntimo, do bicheiro Cachoeira e de sua turma envolvidos até o pescoço com ações criminosas, como provam as centenas de ligações feitas com autorização judicial. Eles escolhiam até em qual parte da revista a informação "denunciada" seria publicada.
Quando as denúncias contra o senador Demóstenes Torres e seus negócios com o bicheiro Cachoeira ameaçavam trazer a tona toda sujeira, a revista dos Civita preferiu dedicar uma capa ao Santo Sudário. Bem diferente da cobertura dedicada ao Mensalão, que mereceu 27 capas desde maio de 2005. Repito: 27. Vinte e sete. No dia 18 de abril até ensaiaram tocar no assunto como matéria principal, mas fizeram com a palavra MENSALÃO impressa assim, em letras garrafais em meio a uma cortina de fumaça. Coisa que a Editora Abril parece conhecer bem.
 Globo e Folha de S. Paulo fazem barricada para proteger Veja. É de dar calafrios quando essa turma se une. Onde estão as reportagens no Jornal Nacional citando a revista e a editora abertamente? Onde se escondeu o jornalismo "plural e independente" da Folha?
Querem proteger os que praticam um crime.

Na edição desta semana, Veja tenta intimidar os parlamentares que podem investigar as ligações de Cachoeira com a revista. “Vou explodir”, avisa Cachoeira da prisão, de acordo com uma chamada no alto da capa. Em entrevista a revista, Andressa Mendonça, mulher do contraventor, diz que o marido pode revelar tudo o que sabe. E agora, Veja?
O mais importante agora é ver a coragem dos parlamentares para levar de fato Roberto Civita, o dono da Veja, a sentar-se em uma das cadeiras da CPI e encarar as perguntas daqueles que estão lá como representantes do povo. O mesmo povo que a Veja tenta enganar todos os finais de semana.

terça-feira, 1 de maio de 2012

1ºde Maio de 1943 - Vargas promulga CLT


1ºde Maio de 1943 - Vargas promulga CLT

Jornal do Brasil: Primeiro de Maio
Uma grande bandeira brasileira cobria parte da fachada do Ministério do Trabalho, no Castelo, onde milhares de trabalhadores se aglomeravam para ouvir o discurso do presidente Getúlio Vargas no 1º de Maio. A data foi especial porque comemorou a criação da Justiça do Trabalho e a promulgação da Lei Orgânica da Previdência Social, o Salário Adicional para a Indústria e a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que passou a regular as relações entre empregadores e empregados.

Getúlio foi saudado com entusiasmo por 100 mil operários de várias indústrias e da Companhia Siderúrgica de Volta Redonda. Em seu pronunciamento o presidente lembrou que o mundo estava em plena guerra, e ressaltou o apoio do Brasil aos Aliados.

O presidente destacou que procurou o equilíbrio entre o capitalismo e o socialismo para elaborar a nova legislação: "As nossas realizações em matéria do amparo ao trabalhador constituem um corpo de normas admiradas e imitadas por outros países. Para atingir esse objetivo não desencadeamos conflitos ideológicos nem transformamos o Estado em senhor absoluto e o trabalhador em escravo".

A CLT entrou em vigor seis meses depois. O ministro do Trabalho, Alexandre Marcondes Filho disse que, com a promulgação das leis, "o trabalho dos homens está justamente remunerado, a estabilidade lhe garante o futuro e a previdência o ampara na velhice. O trabalho da mulher foi enobrecido na fórmula que garante para trabalho igual remuneração igual, e protegidos ficam os sublimes sofrimentos da maternidade. O trabalho dos menores apadrinha-se na autoridade defensiva do Estado, que funda berçários para crianças e escolas profissionais para a juventude".

Lei provisória
A ideia de fazer a CLT surgiu em janeiro de 1942, e em novembro do mesmo ano foi apresentado o anteprojeto escrito pelos juristas Segadas Viana, Oscar Saraiva, Luiz Augusto Rego Monteiro, Dorval Lacerda Marcondes e Arnaldo Lopes Süssekind. O texto foi publicado posteriormente no Diário Oficial para receber sugestões. O governo optou por fazer a consolidação das leis em vez de um código porque acreditava-se que o tratado de paz que marcaria o fim da Segunda Guerra incluiria normas sobre o direito trabalhista e, neste caso, a CLT teria que ser modificada.

1940 - A festa do proletariado


1940 - A festa do proletariado

Jornal do Brasil: Sexta-feira, 3 de maio de 1940 - página 9


"O dia de hoje é celebrado por toda a Humanidade. O Dia do Trabalho é a data máxima da família proletária. No dia de hoje flamejam as glórias dos que vivem do trabalho e para o trabalho. O Brasil comemora o 1º de Maio com uma festa de autêntica confraternização nacional. As comemorações organizadas para hoje excedem a quantas já foram levadas a efeito nesta Capital". Jornal do Brasil

Diante de uma multidão proletária e de autoridades governamentais, em concentração pelos festejos do Dia do Trabalho no Estádio Vasco da Gama, o Presidente Getúlio Vargas atendeu à aspiração das diversas classes trabalhadoras e fixou em tabela os valores do salário-mínimo em todo o território nacional, calculado para suprir as necessidades básicas do trabalhador brasileiro. A iniciativa previa beneficiar de imediato um milhão de brasileiros.

As comemorações oficiais do Dia do Trabalho foram elemento essencial no plano político do Governo Vargas de promover a melhoria das condições de vida dos trabalhadores, e, em decorrência, garantir ao presidente prestígio junto às classes populares. Nessas solenidades programava-se uma série de atividades para atrair a participação expressiva dos trabalhadores e de seus familiares: Apresentações de orquestras e grupos corais, exibições de dança, projeções de filmes, ... O ritual aproximava o Presidente de seu público através do chamamento inicial: 'Trabalhadores do Brasil!'. Frente-a-frente, orador e ouvinte minimizavam rusgas para o anúncio das medidas do governo. Ao invés de lançar-se às ruas em manifestações historicamente tratadas como caso de polícia, o público era agradavelmente surpreendido pelos espetáculos que presenciava.

São Januário, estádio dos operários

A inauguração de São Januário. Reprodução/CPDoc JB


Erguido em 1927 após superar uma série de empecilhos contrários à sua construção, resultantes do esforço da elite em coibir a popularização do esporte no país, o Estádio Vasco da Gama transformou-se num símbolo da luta das classes menos favorecidas no Brasil. Sua identificação com as camadas populares não se ateve às linhas do gramado, quando tornou-se o primeiro clube brasileiro a admitir jogadores negros em seu elenco. Durante a vigência do Estado Novo (1937-1945), o estádio abrigou sucessivas manifestações operárias, que traçaram os rumos para a ideologia trabalhista brasileira.

1° de maio de 1994: Brasil chora a morte de seu herói Ayrton Senna


1° de maio de 1994: Brasil chora a morte de seu herói Ayrton Senna

Morre Ayrton Senna. Jornal do Brasil: Segunda-feira, 2 de maio de 1994.
Aos 34 anos de idade,Ayrton Senna da Silvanão teve tempo de realizar o maior sonho de sua vida: alcançar o penta mundial de Fórmula 1, conseguido pelo argentino Juan Manuel Frangio, em 1950.

O piloto, herói nacional e tricampeão mundial da categoria, morreu na colisão da sua Williams-Renault contra um muro de contenção a 300km/h, na curva de Tamburello do Circuito Enzo e Dino Ferrari, de Ímola, Italia.

A curva, que no dia anterior marcara o início do acidente, que, metros depois, resultara na morte do piloto austríaco Roland Ratzenberger, não tinha proteção reforçada por não ser considerada perigosa para os pilotos. Alguns anos antes, Nelson Piquet e o austríaco Gerhard Berger também já tinham protagonizado acidentes na Tamburello (1987 e 1989, respectivamente).

Outras efe mérides de 1° de maio
1940: A festa do proletariado
1943: Getúlio Vargas promulga CLT

Senna, no momento do acidente, ocorrido na sexta volta do Grande Prêmio de San Marino, liderava a corrida. Ele largara na frente, numa prova repleta de acidentes – logo durante a saída o português Pedro Lamy (Lotus-Mugen-Honda) batera na traseira da Benetton de J.J. Lehto, fazendo com que pedaços dos carros fossem lançados às arquibancadas, deixando quatro pessoas feridas.

Ao comentar a morte de Roland Ratzenberger, Rubens Barrichello disse que se a mesma coisa acontecesse com ele, durante uma corrida, ele morreria feliz por estar fazendo aquilo que amava. Este pensamento serviu de consolo para muitos brasileiros após a morte de Senna, que amava o automobilismo até as entranhas. Sua vida sempre foi 100% automobilismo. Guiava divinamente, com uma força considerada por ele, as vezes, sobre-humana.

Subitamente percebi que não era mais eu quem guiava o carro, que não estava guiando conscientemente. Eu estava numa espécie de dimensão diferente, era como se estivesse num túnel. Eu já estava além do limite, mas ainda era capaz de ir mais rápido. Então, alguma coisa me despertou e eu percebi que estava numa atmosfera diferente. Minha reação foi tirar o pé, reduzir e voltar lentamente aos boxes, de onde não saí mais. Isso me assustou, porque percebi que estava além da minha consciência”, disse após um belo treino para o GP de Mônaco de 1988.

Dia do trabalhador é comemorado com tradicional costelão

Dia do trabalhador é comemorado com tradicional costelão
Carne foi colocada para assar às 6 horas da manhã com ajuda de aproximadamente 40 voluntários...
Enviado por: Gizeli Alarcon Gonçalves Pavão - 01 de Maio de 2012 - 16h13m


No Dia do Trabalhador (1º), o destaque em Cascavel, no Oeste do Estado, é o costelão. A festa organizada pelo Seminário São José é realizada há 17 anos e é conhecida nacionalmente pela quantidade de carne assada. Este ano foram assados 515 costelões, de aproximadamente 22 quilos cada, além de porções menores, as chamadas costelinhas, de três quilos. Ao todo foram assadas 17 toneladas de carne, para atender uma multidão de pessoas, que se acostumou com o tradicional “churrasco a céu aberto”.
A carne foi colocada para assar às 6 horas da manhã com ajuda de aproximadamente 40 voluntários. São pessoas que dedicam o feriado para contribuir com o sucesso da festa.
“A gente vem para ajudar a comunidade e os padres, que precisam da verba para manter o seminário. Além disso, a gente encontra os amigos”, destaca o voluntário Anderson Victor Alberti.
“A gente tem que fazer com amor e carinho e não tem segredo. Só tem que cuidar para não errar no sal, se não depois tem que bater mais a carne para sair”, conta o voluntário Aparecido Bilotti.
Para enfrentar a fumaça os voluntários se protegem com máscaras e óculos. Muitos deles participam há anos do evento e contam qual o sucesso do costelão de Cascavel.  
A fileira formada pelos costelões chama a atenção dos visitantes, que fazem questão de registrar o momento. O diretor comercial Edson Sotelo foi com a família e fez questão de tirar uma foto, que será postada nas redes sociais para fazer ‘inveja’ aos amigos.
“Amanhã é meu aniversário e vou postar a foto no facebook para mostrar aos meus amigos o churrasco que eu dei”, fala o diretor comercial Dulce Parreira Sotelo.
“Primeiro eu tiro foto dele e depois é a minha vez”, diz a publicitária Dulce Parreira Sotelo.
Às 11 horas já tinha pessoas esperando na fila. “Cheguei cedo para cortar a fila, porque depois é muita gente”, explica o administrador de empresa Marcelo Nunes.
A festa se tornou tradicional, pois as empresas costumam comprar os costelões e fazer uma confraternização com os funcionários que almoçam ali mesmo.
A renda arrecadada é utilizada para manutenção do Seminário São José
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1958 - Explosão em Deodoro


1958 - Explosão em Deodoro
Jornal do brasil: Domingo, 3 de agosto de 1958
Uma série de explosões fizeram estremecer todo o subúrbio. Foram mais de 72 horas de explosões nos paióis do Depósito Central de Armamento e Munição do Exército, situado em Deodoro, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Projéteis foram lançados ao ar pelas explosões, entre balas de fuzis e granadas. O fogo atingiu inicialmente o paiol de infantaria. O vento levou o fogo para os paiós de petardos da infantaria, e finalmente incendiou a Granja do Exército, matando os animais ali criados.

Os deslocamentos de ar produzidos pelos repetidos estouros das granadas tiveram reflexos em muitos bairros, mesmo os mais distantes, como Leblon e Copacabana. No Grajaú e em Vila Isabel ocorreram rachaduras no reboco das paredes de diversas casas, e muitas vidraças foram quebradas.

Os 10 mil moradores do Conjunto Residencial da Casa Popular de Deodoro, que dá frente para os paióis de munições, saíram para as ruas com as roupas de dormir, por entre gritos de mulheres e choro de crianças. O objetivo era sair do perímetro de Deodoro.

Os bairros limítrofes a Deodoro tinham aspecto de cidades bombardeadas: paredes arrebentadas, vidraças estraçalhadas, telhados destruídos. Muitos destroços ficaram espalhados pela Avenida das Bandeiras.

O Depósito Central de Armamento e Munição era considerado o maior da América do Sul. Possuia 10 paióis e 60 depósitos de armamentos bélico.

Toda a área de Deodoro foi interditada, considerada que foi como praça de guerra. As residências e estradas foram patrulhadas por tropas da Polícia, armadas de metralhadoras. Foi estabelecido um cordão de isolamento que não deixava passar viaturas ou pedestres.


Um campo de batalha sem inimigo

Jornal do brasil: Domingo, 3 de agosto de 1958
Apesar da dramaticidade das explosões, as poucas mortes registradas resultaram das fortes emoções em pessoas cardíacas. A Central do Brasil ficou às escuras e os trens imobilizados, devido à falta da energia elétrica. Apesar de um guarda noturno afirmar ter visto um avião sobrevoar baixinho os paiós no dia do incidente, nada foi confirmado. O Presidente da República, Juscelino Kubitschek partiu para Deodoro pela madrugada, tão logo teve conhecimento das explosões. Lamentou os prejuízos e determinou que fossem adotadas as medidas necessárias, retirando-se depois de duas horas de permanência.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Quem prega teologia da prosperidade prega mentira ???


Quem prega teologia da prosperidade prega mentira ?

Fonte: ESPAÇO GOSPEL

Um acontecimento interessante ocorreu nesta noite de 22 de abril no 30º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora. O culto transcorria normalmente quando, após um dos louvores uma das irmãs foi tomada em profecias e começou a profetizar ao Pr. Cesino Bernadino. Segundo a profeta Deus tem levantado Pr. Cesino para pregar a Sua Palavra e ensinar ao povo que Jesus esta as portas e que poucos são os que tem pregado sobre esse assunto. Ainda segundo a profeta as pessoas tem se preocupado muito em pregar a teologia da prosperidade mas é esse tipo de pregação uma "mentira".


A teologia da prosperidade é um assunto que tem dividido em muito pastores e lideres na atualidade.

O conceituado Pastor Ciro Zibordi, em seu blog deixa um alerta para o mal da teologia da prosperidade e afirma ser ela uma aberração:

“Por outro lado, é evidente que a teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia gire em torno de conquista de dinheiro, bens, riquezas. E induz o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57).”

Já o Pastor Marco Feliciano, acusado de ser também um propagador da teologia da prosperidade nega completamente e afirma:

“Teologia da Prosperidade, não pode ser comparada com a Prosperidade que vem da Teologia. Existe na palavra centenas de afirmações sobre a benção que enriquece, que o Senhor é dono do ouro e da prata, que a prosperidade vem ao fiel”.

E então, qual a sua Opinião ? Comente sobre aqui sobre este Assunto.

Um Abraço.

Pastor Probatoriano Gilcimar Pavão
Professor de Teologia Contemporânea, Sociologia, Eclesiologia e Administração Eclesiástica
ORMIBAN-RJ - Ordem dos Ministros Batistas Nacionais do Estado do Rio de Janeiro
CBN/RJ - Convenção Batista Nacional do Estado do Rio de Janeiro
Igreja Batista Nacional em Santo Cristo / Rio de Janeiro-RJ